terça-feira, 14 de abril de 2009

Pensamento Positivo e Fé


Muito se questiona sobre a força da fé; sobre os benefícios trazidos à vida daqueles que professam alguma crença. Esse, inclusive, é o tema da reportagem principal da Revista Galileu desse mês.

Não quero aqui adentrar na discussão sobre a existência ou não de forças extramateriais paralelas à nossa realidade terrena, que teriam a possibilidade de interagir conosco. Embora tenha a minha opinião completamente formada quanto a essa questão, não é esse o meu foco de atenção no momento. Ou seja, não quero aqui visualisar a fé sob o ponto de vista religioso.

Gostaria apenas de aqui registrar que, independente da razão a qual você atribua a sua certeza na implementação de eventos em sua vida, essa concretização começa no seu próprio pensamento! Seja porque acredita no poder de um Deus, de forças espirituais, ou de que esse é o seu destino, enfim, de alguma maneira você tem a fé em que aquilo irá se realizar, e a força dessa “crença” torna os acontecimentos possíveis, plausíveis, concretos...sem sombra de dúvidas!

E não se diga que essa conclusão advém apenas de estudos ligados à espiritualidade em geral. A física quântica está aí mostrando os resultados de seus experimentos, a cada dia mais apontando a força propulsora de nossos pensamentos.

Enfim, essa força da fé em que tudo é possível remove montanhas! Como há muito ouvimos falar:“Querer é poder”! É a força construtora do pensamento positivo: Esse é o lembrete que eu gostaria de registrar!

Angel


quarta-feira, 8 de abril de 2009

Acaso Premeditado

Vejam que impressionante caso li no site saindodamatrix.com.br:

"Em agosto de 2001, Moshê (nome fictício), um bem sucedido empresário judeu-americano, viajou para Israel a negócios.
Na quinta feira, dia nove, entre uma reunião e outra, o empresário aproveitou para ir fazer um lanche rápido em uma pizzaria na esquina das ruas Yafo e Mêlech George, centro de Jerusalém.
O estabelecimento estava superlotado. Logo ao entrar na pizzaria, Moshê percebeu que teria que esperar muito tempo numa enorme fila, se realmente desejasse comer alguma coisa - mas ele não dispunha tanto tempo.
Indeciso e impaciente, pôs-se a ziguezaguear por perto do balcão de pedidos, esperando que alguma solução caísse do céu.
Percebendo a angústia do estrangeiro, um israelense perguntou-lhe se ele aceitaria entrar na fila na sua frente. Mais do que agradecido, Moshê aceitou. Fez seu pedido, comeu rapidamente e saiu em direção à sua próxima reunião.
Homem-bomba
Menos de dois minutos após ter saído, ele ouviu um estrondo aterrorizador. Assustado, perguntou a um rapaz que vinha pelo mesmo caminho que ele acabara de percorrer o que acontecera. O jovem disse que um homem-bomba acabara de detonar uma bomba na pizzaria Sbarro`s…
Moshê ficou branco. Por apenas dois minutos ele escapara do atentado. Imediatamente lembrou do homem israelense que lhe oferecera o lugar na fila. Certamente ele ainda estava na pizzaria.
Aquele sujeito salvara a sua vida e agora poderia estar morto.
Atemorizado, correu para o local do atentado para verificar se aquele homem necessitava de ajuda. Mas encontrou uma situação caótica no local.
A Jihad Islâmica enchera a bomba do suicida com milhares de pregos para aumentar seu poder destrutivo. Além do terrorista, de vinte e três anos, outras dezoito pessoas morreram, dos quais seis eram crianças. Cerca de outras noventa pessoas ficaram feridas, algumas em condições críticas.
As cadeiras do restaurante estavam espalhadas pela calçada. Pessoas gritavam e acotovelavam-se na rua, algumas em pânico, outras tentando ajudar de alguma forma. Entre feridos e mortos estendidos pelo chão, vítimas ensangüentadas eram socorridas por policiais e voluntários. Uma mulher com um bebê coberto de sangue implorava por ajuda. Um dispositivo explosivo adicional montado pelos terroristas já estava sendo desmontado pelo exército.
Moshê procurou seu "salvador" entre as sirenes sem fim, mas não conseguiu encontrá-lo.
Ele decidiu que tentaria de todas as formas saber o que acontecera com o israelense que lhe salvara a vida. Moshê estava vivo por causa dele.
Precisava saber o que acontecera, se ele precisava de alguma ajuda e, acima de tudo, agradecer-lhe por sua vida.
O senso de gratidão fez com que esquecesse da importante reunião que o aguardava.
Ele começou a percorrer os hospitais da região, para onde tinham sido levados os feridos no atentado.
Finalmente encontrou o israelense num leito de um dos hospitais. Ele estava ferido, mas não corria risco de vida.
Moshê conversou com o filho daquele homem, que já estava acompanhando seu pai, e contou tudo o que acontecera. Disse que faria tudo que fosse preciso por ele. Que estava extremamente grato àquele homem e que lhe devia sua vida. Depois de alguns momentos, Moshê se despediu do rapaz e deixou seu cartão com ele. Caso seu pai necessitasse de qualquer tipo de ajuda, o jovem não deveria hesitar em comunicá-lo.
Em Nova Iorque
Quase um mês depois, Moshê recebeu um telefonema em seu escritório em Nova Iorque daquele rapaz, contando que seu pai precisava de uma operação de emergência. Segundo especialistas, o melhor hospital para fazer aquela delicada cirurgia fica em Boston, Massachussets.
Moshê não hesitou. Arrumou tudo para que a cirurgia fosse realizada dentro de poucos dias. Além disso, fez questão de ir pessoalmente receber e acompanhar seu amigo em Boston, que fica a uma hora de avião de Nova Iorque.
Talvez outra pessoa não tivesse feito tantos esforços apenas pelo senso de gratidão. Outra pessoa poderia ter dito "Afinal, ele não teve intenção de salvar a minha vida: apenas me ofereceu um lugar na fila."
Mas não Moshê. Ele se sentia profundamente grato, mesmo um mês após o atentado. E ele sabia como retribuir um favor.
Salvo pela segunda vez
Naquela manhã de terça-feira, Moshê foi pessoalmente acompanhar seu amigo - e deixou de ir trabalhar. Sendo assim, pouco antes das nove horas da manhã, naquele dia onze de setembro de 2001, Moshê não estava no seu escritório no 101º andar do World Trade Center.
(Notas1. Matéria publicada originalmente pela Targum Press, em 2002.2. Conteúdo relatado em palestra pelo Rabino Issocher Frand.3. Fonte: World’s Observatory) "

É...esse é apenas um exemplo do que eu costumo chamar de "acasos premeditados" !!

sexta-feira, 20 de março de 2009

Diferenças e reconstrução


Nos relacionamentos humanos, cada desentendimento surgido figura como uma reconstrução do nosso ser. É um ponto de partida para fortalecermos a união e o nosso eu, e não uma chance para colocarmos tudo a perder.

O encontro a dois, seja de que natureza for o relacionamento, é complexo, e exige amor sincero, amor próprio fortalecido, leveza para ceder, compreensão, capacidade de reconhecer erros, alegria, confiança, vontade de se doar, enfim, um repertório de capacidades e vontades que certamente nos levarão não só a uma convivência harmônica e realmente amorosa, mas também a um constante amadurecimento.

E os pequenos desentendimentos porventura surgidos são apenas etapas da construção de uma verdadeira “relação”, onde diferenças vão se conciliando, amadurecendo nossos egos, em constante transformação engrandecedora, e fortalecendo os laços.

Não amaremos menos o outro por discordarmos dele. Não seremos menos amados por pensarmos diferente. Não seremos menos filhos por sermos o oposto de nossos pais. Não seremos menos leais a nossos amigos por não concordarmos com alguma de suas atitudes. As diferenças engrandecem!

E o mais engrandecedor de tudo isso é presenciar vontades distintas se conciliando, se transformando, e fazendo surgir novas formas de pensar e agir. Um novo ser.

“As mudanças surgem nos encontros”. E esse é um dos maiores espetáculos da vida: Reconstruir a partir das diferenças.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Sempre há um momento...

Há tempos em que tudo está no seu lugar,
em que o pensamento voa fácil.
as palavras fluem sem barreiras,
o som é o sabor do momento.

Há tempos em que as palavras se calam,
e somente o silencia se faz sentir,
com seu sussurrar inaudível,
mas presente.

Há momentos em que silêncio e som se penetram,
tudo confluindo a um só lugar,
e para um só entendimento,
e a um só ser.

Sempre haverá esse momento.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

O Entusiasmo de Ser

ENTUSIASMO: Palavra grega que significa ter um Deus dentro de si! Para o povo grego, aquele que tivesse um Deus em seu interior seria capaz de mudar o rumo dos acontecimentos, d efazer as coisas acontecerem!

Por isso, o Entusiasmo de Ser! Poder aqui nutrir o dom que há em mim de fazer, por meio das palavras, as coisas acontecerem! E de expressar todo o meu viver entusiasticamente...pois é o entusiasmo que faz o sucesso, e não o contrário!! Lembrem-se disso!

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Quem viu aquele menino?

Quem viu aquele menino correndo? Voando sem medo em busca dos seus sonhos, em direção ao futuro, sem medo de riscos, sem tropeçar em perigos, pois tinha pureza em seu coração, e confiança em sua pequena grandeza. Ah, a sabedoria aparentemente frágil daquele menino ... que lhe levava às alturas, aos mudos distantes, afastando monstros, salvado a humanidade como um super – herói. Aquele pequeno menino, que em verdade era grande, pois não tinha noção das armaduras do mundo, das máscaras ilusórias dos homens, e por isso, sem temor, atingia o inatingível!

Vou voltar a ser pequena, no corpo de adulto, e assim descobrir o que há de belo na vida, frágil e passageira, que sem a força daquele menino, morre, sem ser vivida.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Posso ver seu coração

Desejo saber...o que faz feliz o seu ser,
o que lhe faz sorrir,
o que lhe faz sofrer.

Preciso entender...o que está em vc,
o que lhe faz calar,
o que lhe faz vibrar.

Preciso dizer...o que não disse a vc,
onde quero chegar,
o que quero viver.

Preciso compreender...os mistérios dos dias,
a mais pura alegria de ser quem sou.
E ter em minha vida acorde e melodia,
suavidade, luz, amor e som.

Não preciso nada disso entender
quando estou ao seu lado,
pois até mesmo sem suas palavras...
...posso ver seu coração.