domingo, 11 de novembro de 2007

POEMA ERRANTE

Sou eu um errante
a buscar o distante
a todo instante.

Sou eu uma estrela,
cintilando palavras,
que ecoam nos céus.

Sou eu um guerreiro,
Expondo e lutando,
Por tudo que é seu, por tudo que é teu.

Sou eu uma flor,
que para crescer com vigor,
necessita de luz, necessita de amor.

Sou eu um sorriso,
que sempre busca um sentido,
para o seu próprio riso.

Sou eu a felicidade,
Que sente saudade,
dos lugares em que não mais existe.

Sou eu um simples verso,
que em seu reverso,
apresenta a face do universo.

Sou eu apenas uma poesia,
que insiste em florescer...sem início... sem fim ...
a todo entardecer.


Angeli Mari

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